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Puerto Vallarta, Mexico


Estudió en la Universidad de Guadalajara en México la carrera de Lic. Cultura Física y Deportes. Mi nombre es Adrián Pelayo, mejor conocido en la ORII como #AcaShore jajaja. Hice un semestre de movilidad académica en la Universidad del Atlántico, el cual me ayudó a crecer en distintos ámbitos de mi vida, tanto académica como personalmente.

Aprendí muchas cosas entre las que más me gustaron fue la buena convivencia con chicos de distintos países con culturas distintas a la mía, lo cual me enriqueció bastante. Debo de felicitar, por su proyecto de acompañamiento a los estudiantes de intercambio "Buddy Program", a la ORII y a sus directores Giancarlo, Mateo y Mauricio , porque es un programa genial que te permite tener una cercanía mayor con la cuidad, con la cultura Barranquillera y con la gente del lugar.

La UA es una institución con renombre en la región Caribe de Colombia y la posiciona como una de las Universidades líderes en dicha región. Los profesores con los que curse materias fueron buenos y sin duda los compañeros de clase me recibieron de la mejor manera. La gente en Barranquilla es muy alegre y no cabe duda que la rumba allí es genial. La música, el baile y la compañía crean un ambiente muy ameno que se disfruta bastante. Gracias Universidad del Atlántico, gracias Barranquilla, gracias Colombia.

Ciudad de Mexico, DF, MX

Mi nombre es Edgar Román Mireles Camacho vengo de México la carrera que estudio es instrumentista en guitarra y la experiencia en Colombia fue mu positiva tanto personal como profesional, alumno como maestro fue muy enriquecedor demostré lo que se hacer y lo importante fue dejar una imagen muy en alto, agradezco que se me haya dado esta oportunidad para seguir mejorando, conocer más y ampliar mi experiencia.
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UFOP, Minas Gerais, Brasil



João Pedro Marcelino Camilo de Souza
Historia
Universidad Federal de Ouro Preto (UFOP)

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Siempre imaginé las otras partes de América Latina como un territorio muy complejo y sabroso, que así como mi país necesitaba presenciar para conocer. Colombia fue una opción que se encajó perfectamente por ser tan cargada de las características plurales de nuestro continente. Para esa "misión",
la Uniatlantico me regaló un fuerte abrazo como se fuera una mamá y me ayudó en todo lo que necesité, dando todas las posibilidades de desarrollo que podría lograr en el medio académico y cultural.

Conocer Colombia fue unas de las experiencias geniales en mi vida y que fue enriquecida por la UA. Además, estudiar historia en Colombia cambió todo mi manera de manejar cualquier concepto y aclaró aún más la falta de conocimiento y unión que tristemente tenemos entre nuestros países. O sea, que la frontera con Estados Unidos y Europa parece ser más cerca. Pero sólo tengo que agradecer a Colombia por dar un crecimiento tan grande y agradecer a la UA, en especial la Ori que fue en todo momento nuestro puerto seguro. Ay! no joda marica..cule gana de volver que tengo ahora!!!.

Hannover, Deutschland

Moritz

Westfälische Wilhelms-Universität
Münster, Deuschland

Facultad de Derecho
Universität Atlántico

Im Wintersemester 2014 hatte ich das große Glück,  für ein Semester an der Universidad del Atlantico in Barranquilla zu studieren.  Gerade unter Juristen ist Kolumbien nicht unbedingt das erste Land, das man für ein Auslandssemester in Erwägung zieht. Leider leidet Kolumbien immer noch unter einer enormen Stigmatisierung wegen seiner gewaltsamen Geschichte in den achtziger- und neunziger Jahren. 

Dies ist sehr schade, weil das Land viele andere tolle Dinge hat, für die es stattdessen in der Welt bekannt sein sollte.  Eine Liste dieser schönen Dinge würde nicht nur den Rahmen dieses Textes sprengen, sie wäre auch in jedem Falle unvollständig, da man immer wieder neue schöne Seiten an Kolumbien entdeckt, egal wie lange man sich schon in dem Land aufhält.  Die Kolumbianer – so viel sei trotzdem an dieser Stelle schon gesagt- sind die offensten, gastfreundlichsten und lebensfrohsten Menschen, die ich bisher kennengelernt habe.

In einer Region Kolumbiens wird Lebensfreude besonders groß geschrieben. Bei den Costenos, an der Karibikküste im Norden des Landes, dessen industrielles Zentrum Barranquilla darstellt. Keine schlechte Basis für ein Auslandssemester also :)
Die Universidad del Atlantico hat mich mit offenen Armen willkommen geheißen und mir sehr bei der Organisation des Auslandssemesters geholfen. Dies ging so weit, dass das internationale Büro mir schon im Voraus eine tolle Wohnung und einen Transfer vom Flughafen organisiert hat.

Das junge Team des internationalen Büros hat uns ohnehin bei allen erdenklichen Fragen oder Problemen geholfen und auch dafür Sorge getragen, dass wir Barranquilla, die Umgebung und natürlich den kolumbianischen Rumba kennenlernen.

Generell ist das ganze Universitätsleben deutlich persönlicher, als ich es aus Deutschland gewöhnt war. Die Vorlesungen finden in Klassengröße von ca. 20 bis 30 Studenten statt, wodurch man sowohl Professoren, als auch Kommilitonen schnell kennenlernt.  Die Universität bietet eine Vielzahl von verschiedenen Kursen und Zusatzangeboten, so dass man sich ein Programm nach den eigenen Interessensschwerpunkten zusammenstellen kann. Auch das sportliche Angebot ist sehr breit aufgestellt. Ich z.B. habe im letzten Semester an einem Salsa Kurs teilgenommen, hatte Boxunterricht und habe gelegentlich noch ein paar Bahnen im olympischen Becken der Uni gedreht.

Barranquilla ist zwar keine koloniale Schönheit, wie die 1,5 Stunden entfernten Cartagena und Santa Marta, hat aber ein sehr hohes Maß an Lebensqualität und bekommt durch die lebensfrohen Barranquilleros seinen eigenen, unverwechselbaren Charme. 

Insgesamt hatte ich ein wunderschönes Semester an der Universidad del Atlantico und bin überaus dankbar, dass ich diese tolle Erfahrung machen konnte.


Te quiero mucho Colombia!

Ouro Preto, Brasil

Ler Gabriel Garcia Marques despertou em mim a vontade de conhecer a Colômbia. Pensava em ir um dia pra passar uns dias. Ir às praias, tomar o melhor café do mundo e aprender dançar salsa.
Quando minha universidade abriu o programa de mobilidade acadêmica para Colômbia, pensei "por que não?". Fiz minha inscrição sem saber muito sobre o país e sem saber nada sobre Barranquilla, cidade onde residiria. Ao passar, algumas pessoas bem intencionadas, mas não bem informadas, me aconselharam não ir pelo perigo que corria num país marcado pelo narcotráfico e guerrilhas. Mas a curiosidade era maior que o medo e o frio na barriga mais forte que o arrepio na alma. Por morar numa país também marcado pela violência, eu estava ciente de que os esteriótipos nem sempre condiz com a realidade e que os preconceitos nem sempre tem razão de ser. Fui pra Colômbia para desconstruir, para descobrir o que há além das histórias que ouvimos e para conhecer um pouco mais da América Latina.


Ao chegar em Barranquilla, a primeira coisa que senti foi o calor forte do qual nunca me acostumei, mas que sinto falta em dias como hoje que fez 5 graus de madrugada. Na rodoviária, fui recebida por um membro da Oficina de Relaciones Internacionales (ORI) da Universidad del Atlántico que me levou até a casa onde eu moraria e, pacientemente, me falou sobre a cidade, a universidade e a programação já preparada pela oficina para acolher e orientar os intercambistas.
Eu tinha escolhido morar na casa de uma família colombiana para saber mais da cultura e praticar o meu espanhol ainda muito pobre. Fui recebida pela Olga com um abraço de mãe que tranquilizou meu coração já cheio de saudades de casa. Conheci seus filhos, Isaac e Marianela que seriam como irmãos pra mim e que tornariam meus professores mais fofos e rígidos, e a Leidy, empregada da casa, que se revelou uma amiga incrível. No dia seguinte à minha chegada, fui até a universidade onde estudaria no próximo semestre e onde encontraria pessoas com o coração maiores do que elas mesmas, sempre muito pacientes e dispostos a ajudar. Conhecer a ORI era minha maior curiosidade porque eu queria descobrir o rosto das pessoas com quem estava, por email, me comunicando há meses. E que alegria encontrar com rostos tão simpáticos e receptivos que me revelaram o que a Colômbia tem de melhor: sua gente. A ORI tinha um programa chamado Buddy que oferecia ao intercambista, a ajuda de um aluno voluntário que o auxiliaria na integração. Foi Diana, minha buddy, a responsável por me apresentar a universidade, me ensinar a locomover em Barranquilla e oferecer instruções sobre a vida costeña. Durante as aulas, meus professores e colegas foram compreensíveis com minhas dificuldades no idioma, sempre pausando a aula para me perguntar se eu estava compreendendo e/ou tinha alguma dúvida. Também se revelaram muito amáveis ao me integrar e dar espaços para que eu falasse como era a experiência brasileira nos temas abordados.
Os barranquilleros são muito gentis e alegres. Sempre conversavam comigo com entusiasmo e sempre se decepcionavam quando eu dizia que não sabia sambar, sobretudo por Barranquilla ser a cidade do carnaval.
Dança nunca foi meu forte, justificava.

Ao fim do semestre, eu tinha aprendido a me locomover, compreender costeñol e comer sopa antes do almoço mesmo com o calor de 42 graus. Todos meus esforços para aprender dançar salsa e toda dedicação dos meus amigos em me ensinar foram em vão. Mas eu realizei meu sonho de conhecer belas praias e tomar o melhor café do mundo.
Nada disso, entretanto, teriam o mesmo valor se não fossem as pessoas que encontrei no caminho e que despertaram em mim a alteridade, a empatia e o amor que, aqui ou ali, é o que dá sentido às nossas vidas.  

¡Gracias por todo, Colombia! ¡Te quiero mucho!

Mainz, Deutschland

Meine Erfahrungen an der Universität Atlántico & Barranquilla, Kolumbien


Arina Motamedi

Johannes Gutenberg-Universität
Mainz, Deustchland

Literatura Española para Licienciatura 
Universität Atlántico

Ich bin den Kolumbianern sehr dankbar dafür, mir mehr Einblick in ihre lateinamerikanische Kultur mit ihren schönen, spannenden und fassettenreichen Seiten zu geben. Ich fand es toll, eine etwas längere Zeit in Barranquilla zu verbringen, um die mir bis dahin fremde karibische Kultur, Sitten und Bräuche, wie auch andere Weltansichten kennenlernen zu dürfen.

Durch meine praktischen Erfahrungen als Lehrerin und die schönen Begegnungen mit Professoren und Komilitonen an der Universität Atlántico freut es mich heute, in das letzte Studiensemester zurück zu blicken. Als deutsche Studentin ist es nicht immer einfach gewesen, die kulturellen Gewohnheiten der Kolumbianer zu verstehen. Doch fällt es einem durch die lockere Art, ihre Wärme und freundschaftliche Art schnell leicht, sich an ihren Lebensart anzupassen, vieles mit Freude zu tolerieren, mit den Menschen in Kontakt zu treten. Ich hatte Spaß daran, mit Menschen aus anderen Lebenswelten meine Freizeit zu verbingen. Auch waren Universität und Kurse mit eigenen Strategien und “karibischem Flair“ spannend mitzuerleben. In meinen Augen ist es zwar nicht der ideale Ort zum studieren, doch tatsächlich ein passender Ort, um schöne, unvergessliche Abenteuer zu erleben.

Ein Land, in dem es unmöglich ist, nicht mit Musik, Tanz und Feste in Berührung zu kommen! Immer wieder gibt es Feiereien und Projekte in der Universität. Immer wieder hört man karibische bis lateinamerikanische Tanzmusik auf den Straßen der gesamten Stadt – eine Atmosphäre die ich sonst noch nie erlebt habe, die sehr erfreuend und lebendig ist, und die man zurück im Heimatland ganz klar vermisst! Full bacano!



What is Buddy Program?


This project began as an initiative from ORII (Oficina de Relaciones Interinstucionales e Internacionales) (Interinstitutional and International Realations Office) by choosing students to guide and inmerse the incoming foreign students into Uniatlantico's and Barranquilla's life. As requierement, they were looking for students with bilingual capacity that also knew the city very well, to help incoming foreign students and language assistants to establish their lives in Barranquilla, have cultural exchanges, help them in academic purposes and through-out the city as well.

After going through a preselection process, the program, a couple days later, had chosen students who received a call from ORI telling them that the office was needing their presence at Uniatlantico's campus for the interviews. After all this tests different students were selected and among those there were we, Giancarlo Hernandez, Mateo Jimenez and Mauricio Portacio; Students from different majors disposed to guide the incoming students to from different countries.




Incoming!

One by one of the students were arriving in Barranquilla and we helped them out to find a place to stay in, some of them had to do some errands regarding their visas and paperwork and after all of this work. they could set in town and then we could know each other.

The firsts ones arriving were Julian from Germany, Xevi from Spain and Lilian from Brazil, after we spoke for a while, we went to get their Colombian phone numbers so we could communicate and went back to UA for a campus tour, when the tour was over we was informed some others students had arrived to UA, Paula from Argentina, Arina from Germany, Lucie and her visiting friend Charlotte from France. We all gathered at UA's cafeteria, chatting, knowing a bit of each other and out of nowhere, Diana Mazorra & Lina D'onofrio (ORII Members) had told us that we were going to a Cumbia cultural display that included a buffet with traditional food from our Caribbean region at Parque Cultural del Caribe, Luckily this was the best welcome they could've received due to that on their very first day they'd see our traditional Cumbia, eat traditional food at a cultural park, all of that, after going through their first experience with Colombian public transportation!


The group togheter for the frist time